“Projeto de Integridade Eleitoral” faz série de contestações sobre eleições americanas

“Projeto de Integridade Eleitoral” faz série de contestações sobre eleições americanas

O grupo “Projeto de Integridade Eleitoral” alega que as eleições realizadas na Califórnia tiveram os resultados prejudicados por irregularidades no registro de votação e no próprio pleito. O organismo realizou uma análise na lista oficial de eleitores do estado no dia 9 de fevereiro deste ano e informou os resultados obtidos às autoridades competentes no último mês.

No relatório elaborado pela organização, foram feitos diversos questionamentos acerca de vários pontos do sistema. Dentre eles, estão irregularidades na votação e registro eleitoral, discrepância na idade de uma massa de eleitores, duplicidade de votos, aumento abrupto no registro de votação de estrangeiros para o estado, entre outras coisas. Os questionamentos foram entregues à secretária de estado da Califórnia, Shirley Weber.

Amparado legalmente, o Projeto de Integridade Eleitoral cita regras do código eleitoral do estado da Califórnia, que determina às autoridades o fornecimento de respostas à população.

Veja algumas das perguntas feitas pelo projeto:

– Por que há quase 124 mil votos a mais na eleição de 3 de novembro de 2020 na Califórnia do que os eleitores registrados como votantes nessa eleição? E por que a maior parte da discrepância é impulsionada por 111 mil cédulas de voto por correio sem um eleitor aparente identificado no histórico eleitoral do VoteCal?

– Por que mais de 7.700 eleitores têm dois votos em 3 de novembro de 2020 creditados em seus históricos de votação? São dois votos creditados a cada um dos 7.700 números de identificação de registro únicos no banco de dados estadual. Isto indica voto duplo em massa, um erro de programação significativo no sistema de registro do estado, ou ambos.

– Por que a Califórnia tem mais de 1,8 milhão de eleitores registrados do que cidadãos elegíveis e por que este excesso de idade aumentou 72% no ciclo eleitoral de 2020?

– Por que os sistemas de registro on-line da Califórnia mudaram 33 mil locais de nascimento de eleitores nascidos no exterior para “Califórnia” ou “Estados Unidos”, mascarando potencialmente não-cidadãos registrados ilegalmente para votar? Da mesma forma, por que 76.000 locais de nascimento foram mudados de outro estado dos EUA para a Califórnia?

O analista político Ítalo Lorenzon destacou que a discussão acerca do processo eleitoral não é restrita ao Brasil. Para ele, é preferível que tenhamos, no Brasil, um sistema onde possa haver uma recontagem de votos e aferição clara do resultado do que ser como hoje, onde é impossível, fisicamente, realizar auditoria.

“Vemos que essa discussão não é restrita ao Brasil, ela já está acontecendo em vários lugares do mundo. Agora, é o seguinte, quero que você está me assistindo diga com sinceridade, com honestidade a si mesmo se você entende que isso que está acontecendo nos EUA é preferível à eleição brasileira. Você entende que isso aqui é preferível, que é melhor que você possa, sim, ficar recontando e recontando, procurando pelo em ovo etc., do que ter um mecanismo em que você não faz uma auditoria? Do que ser impossível, fisicamente, de fazer auditoria e por isso não ter a contraprova?”, ressaltou.

 

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Por Italo Toni Bianchi-tercalivre

Com informações, ABC Tudo

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